Crítica: Nosso Sonho (2023, de Eduardo Albergaria)

É impossível ter vivido os anos 90 e 2000 e ser imune ao fenômeno estrondoso que foi a dupla de maior sucesso do funk melody do Brasil, Claudinho e Buchecha. Em verdade, é impossível falar de música nacional sem lembrar dos MC’s que levaram o funk da periferia para as ruas de todo o país com hits como “Só Love”, “Quero Te Encontrar” e “Nosso Sonho”, que dá nome ao filme. Realizar uma cinebiografia sobre a dupla, portanto, principalmente com o fim trágico e abrupto no auge da carreira, é uma tarefa desafiadora, delicada e perigosa. Tendo isso em mente, a maestria artística e técnica que Nosso Sonho apresenta o torna ainda mais digno de todo o reconhecimento que sua pré-indicação ao Oscar representa. Leia mais… »

Crítica: O Porteiro (2023, de Paulo Fontenelle) | Uma comédia brasileira necessária para as famílias

A comédia ideal para toda a família, chega dia 31 de agosto aos cinemas. Confira a crítica de O Porteiro. Leia mais… »

Crítica: A Porta ao Lado (2023, de Julia Rezende)

A Porta ao Lado traz à tona um debate sobre as diversas formas de relacionamento, até onde vai a fidelidade e os impactos da infidelidade. Leia mais… »

Aquilo que Eu Nunca Perdi (2022, de Marina Thomé)

Longa que faz uma homenagem à cultura musical brasileira, ao contar a trajetória de uma artista influente e colaborativa, e das origens de sua musicalidade. Leia mais… »

Crítica: O Palestrante (2022, de Marcelo Antunes)

Após Guilherme perder o emprego e a noiva, ele resolve embarcar em uma louca aventura ao assumir o lugar de um palestrante motivacional em uma viagem ao Rio de Janeiro. Confira nossa crítica! Leia mais… »