Temos novidades! Começa hoje uma nova série de postagens no blog, e digamos que é bem especial. O prêmio máximo do cinema é o Oscar, assim como a categoria máxima é o de Melhor Filme. Começa hoje esta série de críticas sobre os grandes vencedores de melhor filme. Será na ordem decrescente, então começamos com o ótimo ‘Argo’, grande vencedor deste ano de 2013. Vou apenas reutilizar a crítica que já havia no blog. Mas estou ansioso por esta iniciativa que criei, já que de agora em diante começarei a rever os grandes vencedores de cada ano. Conforme for me distanciando, clássicos e filmes nunca vistos por mim serão desenterrados. Não terá um cronograma exato, portanto pode demorar ou não até sair uma nova postagem desta modalidade ‘O Melhor Filme’. Espero que gostem e nunca deixem de comentar, curtir ou participar. Obrigado.
Direção: Ben Affleck
Elenco: Ben Affleck, John Goodman, Bryan Cranston, Michael Parks, Victor Garber, Kyle Chandler, Clea DuVall, Tom Lenk, Alan Arkin, Rory Cochrane.
Sinopse: A história de Argo se passa em novembro de 1979, quando a revolução iraniana atinge seu ápice e militantes surpreendem a embaixada dos EUA em Teerã, fazendo 52 reféns americanos. Mas, no meio do caos, seis americanos conseguem escapar e encontrar refúgio na casa do embaixador canadense. Sabendo que é apenas uma questão de tempo até os seis serem encontrados e provavelmente mortos, Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em fugas da CIA, sugere um plano arriscado para retirá-los do país em segurança. Um plano tão incrível que só poderia acontecer nos filmes.
Curiosidade:
* George Clooney é um dos produtores do filme. Ben Affleck dirige o filme a partir do roteiro de Chris Terrio, com base em uma seleção de capítulos de Master in Disguise, livro de Antonio Mendez, o verdadeiro oficial da CIA interpretado por Affleck no longa.
Oscar: recebeu 7 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante com Alan Arkin, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. Venceu 3 categorias: Melhor Filme, Roteiro Adaptado e Melhor Edição.
As atuações são boas em todo elenco, ganhando destaque para 2 coadjuvantes: os veteranos Alan Arkin e John Goodman. Além de hilários, suas interpretações são inteligentes. Suas personagens realmente existiram e foram grandes figuras em Hollywood. Alan interpreta Lester Siegel, famoso produtor de cinema das décadas passadas. John Goodman interpreta John Chambers, um dos mais famosos maquiadores de flmes de fantasia e monstros. Ele ganhou Oscar de Melhor Maquiagem pelo seu excelente trabalho no clássico ‘Planeta dos Macacos’, em 1968. Aliás, a ideia de um falso filme surge quando o filho de Tony (Ben Affleck) está assistindo justamente o clássico ‘Planeta dos Macacos’. Outros clássicos são citados constantemente na obra, como ‘Star Wars’, ‘Jornada nas Estrelas’, etc. As ficções científicas estavam em alta na época, e é um filme destes que Tony decide “fazer”.
A criação de época, as cenas de tensão, cada diálogo, a impactante trilha sonora de Alexandre Desplat; tudo é bem colocado. Falando em trilha sonora, temos ótimas músicas de bandas como ‘Sultans of Swing’ do Dire Straits, ‘Dream On’ do Aerosmith, Rolling Stones, Van Halen, Led Zeppelin, etc. Até nisso o filme causa nostalgia. E tudo com classe, colocado no momento certo. O filme em si é certeiro, te capturando por uma história real que aconteceu graças à uma estória de ficção.




















